Pinhead Society

Existem bandas que nos marcam desde sempre e que agora sempre que ouvimos, somos transportados no tempo para um passado já longínquo, mas que está num cantinho secreto da nossa mente…..aquela canto, onde nos fechamos…o nosso ponto de abrigo…onde guardamos os nossos momentos de verdadeira felicidade….os Pinhead Society consegue essa proeza de me fazer viajar ao passado, aos meus 20 anos….uma época em que tudo ainda estava ao meu alcance……

“Corria o ano de 1996 e as esperanças lusitanas eram basicamente duas: contemplar a ascensão dos Pinhead Society e assistir ao triunfo da Selecção no Europeu de Inglaterra (ninguém esperava, contudo, aquele “chapéu” do Poborsky e muito menos a convocação de Porfírio). A considerável projecção hertziana do hino “Go Oh!” e o CD-S incluído na saudosa caixa Tripop faziam a juventude de então (aquela de que fiz parte) acreditar que a adesão a esta sociedade equivaleria a gozar de boa companhia durante os anos que restassem ao domínio do acne. Partilhar da nacionalidade dos Pinhead Society garantia aos seus devotos algum orgulho patriótico (em ascendente, por aquelas alturas) e a sensação de pioneirismo, caso a banda alcançasse projecção internacional.

Há que referir que todos os elementos desta banda tinham na altura cerca de 16 anos e fizeram um dos mais brilhantes discos Portugueses….e eu que na altura tinha uma paixoneta pela baixista….hihihihi…..acho que vi todos os concertos deles em lisboa 😛

E para recordar: “Hi mrs. sparks

E…”a cockie in the shel”